domingo, 22 de março de 2009

EXISTE O MAL?

Temos falado tanto de Nietzche que me ocorreu um dia desses lembrar de uma frase que havia muito tempo eu lera mas não conseguia exatamente lembrar o local (autor, livro, data) e cuja semelhança com o pensamento do autor de A Gaia Ciência me incomodava e até assustava. Só sabia que não era de Nietzche embora o conteúdo fosse bem nietzcheano. Tratava-se de uma sentença e nesse sentido até poderia o filósofo lhe reivindicar autoria senão fosse o fato de essa frase lhe ser bem posterior - muito posterior, aliás - a frase em questão: o bem e o mal são distinções arbitrárias - caia como uma luva diante de tudo o que se convencionou discutuir a respeito do filósofo alemão seja na classe, seja pelo que a seu respeito falam os professores. Contudo, de quem seria essa admirável sentença?
Até que há poucos dias, passando os olhos por alguns livros da Coleção dos Prêmios Nobel, reencontrei o autor daquela feliz sentença: o escritor francês Roger Martin du Gard (1881 - 1958) autor de O Drama de Jean Barois (1913), obra que lhe valeu o Nobel de Literatura de 1937. Jean Barois como o Jean Cristophe de Romain Rolland (1859 - 1944) e o Wilhelm Meister de Goethe (1749 - 1832) é um romance de formação. Divide-se em duas partes. Na primeira, o jovem e católico Barois confrontado pelo evolucionismo de Darwin acaba se tornando um livre pensador, funda uma revista esquerdista, participa do Caso Dreyfuss e defende a liberdade de pensamento até os derradeiros extremos. Contudo, depois de um acidente que quase lhe custa a vida, o livre pensador se vê diante da possibilidade de poder voltar atrás (isto é, tornar-se outra vez um católico) já que no exato instante da colisão entre sua carruagem e o bonde que vinha no caminho oposto ele faz aquilo que jamais imaginaria àquela altura: uma oração. No momento em que volta a si, Barois redige então o seu testamento intelectual e nesse coloca a sentença que mencionei acima. Temia que numa situação extrema as condições alheias à sua vontade (ou soba as quais ele não tivesse domínio) o fizessem regressar àquele caminho de outrora e por isso redigiu o testamento para reafirmar sesus compromissos e ideais de juventude. Com o tempo seu pior temor de juventude se concretizou e ele lentamente retorna ao seio da igreja da qual havia um dia apostatado, cheio de medos e angústias (e de fato é em meio a angústias terríveis que ele vem a morrer). No final das contas, sua esposa, por ele abandonada na juventude, revirando papéis velhos numa gaveta, encontra o testamento e mais uma vez a frase insólita. Ela treme, hesita, e por fim, mecanicamente, como tudo o mais que tinha naquela gaveta, entrega o texto pernicioso ao capricho das chamas.
Quando pensamos na convenciência de dizer que o bem e o mal são somente distinções humanas, é certo que pensamos e agimos bem nietzcheanamente. Assim fica fácil reduzirmos as misérias e virtudes humanas a um mero jogo de conceitos que podem ser formulados conforme as circunstâncias da ocasião. Senão há o mal, então não há necessidade de se pedir justiça já o mal é somente uma convenção (o que é mal para mim pode não ser para os outros e todas as convenções seriam assim relativizadas até o ponto de que o mal nada mais seria que não a conveniência do outro em relação a um dado ponto de vista). Senão há o mal então tudo o que eu fizer ao outro até o ponto do ódio fica reduzido à condição de um conceito daquele que é vítima desse mal, e que por conseguinte pode dizer que isso seja o mal embora, por exemplo, não o seja para mim. O Mal, desse modo, torna-se metáfora. Isso pode ser exemplificado, por exemplo, pelo Holocausto Judeu. Os assassinos dos camos de concentração não se consideravam assassinos no sentido penal da palavra, e também não achavam ter cometido crimes monstruosos porque o conceito de certo/errado, bem/mal tinha sido escamoteado de suas mentes. Como diz Hannah Arendt: assim como a lei de países civilizados pressupõe que a voz da consciência de todo mundo dita "não matarás", mesmo que o desejo e os pendores do homem natural sejam as vezes assassinos, assim a lei da terra de Hitler ditava à consciência de todos: "matarás." embora os organizadores dos massacres soubessem muito bem que o assassinato era contra os desejos e os pendores normais da maioria das pessoas. No Terceiro Reich, o Mal perdera a qualidade pela qual a maioria das pessoas o reconhecem - qualidade de tentação. Muitos alemães e muitos nazistas, provavelmente a esmagadora maioria deles, deve ter sido tentada a não matar, a não roubar, a não deixar seus vizinhos participarem da destruição (pois eles sabiam que os judeus estavam sendo transportados para a destruição, é claro, embora muitos possam não ter sabido dos detalhes terríveis)e a não se tornarem cúmplices de todos esses crimes tirando proveito deles. Mas Deus sabe como eles tinham aprendido a resistir à tentação (Eichmann em Jerusalém, S.Paulo, Companhia das Letras, 2008, p.167). Aqui temos um exemplo (poderia citar muitos outros) do que acontece quando esse conceito prevalesce incontestável na condição humana e tudo fica reduzido a uma questão de interpretação; a uma hermenêutica do sujeito.
Há um filme clássico do Expressionismo Alemão que aborda, acredito que de forma bem acertada, essa questão do mal que existe em cada um de nós e do que acontece quando presunçosamente rejeitamos essa certeza que está na essência da nossa alma. Chama-se M. O Vampiro de Dusseldorff e é um filme de Fritz Lang de 1931. A narrativa tem certa atualidade. Um assassino de crianças aterroriza uma cidade da Alemanha e diante da incapacidade da polícia em se apoderar do infanticida as organizações criminosas juntam forças para pegar o criminoso. No julgamento montado pela cúpula do crime para exemplar o bandido (interpretado de forma comovente por Peter Loore) o infanticida faz uma defesa patética na qual explica o porquê de praticar aquelas monstruosidades, ou seja, porque mata crianças: quando eu ando na rua eu ouço vozes, elas vêem, eu tento lutar, mas não posso, não posso fugir, não posso fugir (...) Quem são vocês para me julgarem? Ladrões? Arrombadores de cofres, prostitutas? Poderiam ser qualquer coisa, poderiam aprender uma profissão, senão passassem de um bando de vagabundos preguiçosos.. Mas eu, eu não posso fugir do que eu sou. Eu não posso deixar de ser o que eu sou. Eu não posso fugir de mim mesmo. isto é algo que está dentro de mim, eu tento lutar, mas não posso fugir, não posso fugir!."
EDSON DOUGLAS DE OLIVEIRA

sexta-feira, 20 de março de 2009

Um profº de filosofia parou na frente da classe e pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro, e perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.
Eles concordaram que estava. Então o profº pegou pedregulhos bem pequenos e o jogou dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.
Ele perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio. Aí o professor pegou areia e despejou-a dentro do vidro preenchendo o restante.
— Agora, — disse o profº — eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida! As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida; os pedregulhos são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro e a areia representa o resto. As coisas pequenas.
A classe se espantou com a sabedoria do mestre. E ele concluiu:
— Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida: cuidem das pedras primeiro, das coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia!
Nessa hora um aluno pegou o vidro e derramou um copo de cerveja dentro.
A areia ficou ensopada com a cerveja preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro, fazendo com que ele desta vez ficasse realmente cheio.
Moral da estória: Não importa o quanto a sua vida esteja cheia, sempre sobra espaço para uma cervejinha.
Então, aproveitem o fim de semana!!!
Abraços, Suelen

quarta-feira, 18 de março de 2009

A Associação Brasileira dos Historiadores acabou de concluir, que agosto é o mês que marca as três maiores tragédias políticas da História do Brasil:
- Getúlio se matou.
- Jânio renunciou.
- Lula não se matou nem renunciou!
Tem algum "Lulista" aqui? ...desculpe mas não pude evitar....Abraços, Suelen

terça-feira, 17 de março de 2009

ae rapaziada demorou mas saiu o video do 1º churrasco !!



esperem o proximo ..

Eduardo

segunda-feira, 2 de março de 2009

atividade acadêmica complementar

Aí galera! Parabéns pelo blog.

Para conhecimento de todos:

Dia 08/03, haverá uma atividade complementar que será uma visita a locais históricos da cidade de Paranapiacaba. Os interessados podem esclarecer dúvidas com o Sr. Edson (japonês) ou Ozório (carioca). Valeu!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

AINDA SOBRE A EDIÇÃO DO BLOG

Fiquei contente pelas reações advindas ao nosso comentário sobre o blog da classe. No final das contas tudo o que pretendi foi apenas melhorar a imagem desse instrumento de trabalho e também de comunicação e divulgação de idéias de maneira que ficasse visual e informativamente interessante e pudesse ser tanto utilizado como ferramenta de estudo, até mesmo por outras turmas, como também para o nosso próprio trabalho de formação acadêmica e intelectual, uma vez que o blog é o meio pelo qual ficará explícitado que estamos colocando em prática em nosso dia-a-dia todo o aprendizado da sala de aula. Sou o primeiro a reconhecer que o blog é um instrumento fantástico de divulgação de idéias, mas também preciso salientar que qualquer idéia para que seja divulgada precisa ser ordenada, esquematizada e baseada em referências bibliográficas de pesquisas sólidas, para que os nosso artigos realmente revelem seriedade e tenham crédito no âmbito acadêmico.
Como não foi possível ontem pormenorizar a minha sugestão sobre a edição do blog, vou hoje apenas tratar desse assunto, de imediato salientando a concordância do Eduardo com os nosso pontos de vista (o que modo algum anula contribuição dos demais colegas que é, naturalmente, bem vinda, e por isso exorto a todos para que contribuam com sua sugestão para o melhoramentos visuais e editoriais do blog).
Vamos supor que alguém queira escrever um artigo sobre a Guerra de Canudos. O ordenamento seria feito da seguinte maneira:
Tópico III Brasil Repúblicano (esse título na parte superior onde vai o título. Colocar-se-á então apenas Brasil Repúblicano ou Brasil República).
Subtópico. Esse seria o subtítulo e daria a direção do artigo que seria inserido no blog. Digamos que esse artigo fale sobre a correspondência de Euclides da Cunha sobre a guerra e que foi publicada em O Estado de S.Paulo. Então o artigo ficaria dessa forma:
BRASIL REPÚBLICANO
A Guerra de Canudos (subtópico)
A Correspondência de Euclides da Cunha sobre a Guerra de Canudos (título do artigo)
O tópico precisa ser colocado para explicitar o tema principal do artigo e o subtópico sobre que assunto específico do tópico Brasil Repúblicano pode ser tratado, e também para que esse tema não se misture com outros como a Revolta da Vacina ou o Golpe de 64. Pode ser que o subtópico aborde, por exemplo, o messianismo de Antonio Conselheiro. Aí o artigo pode ser postado tanto no tópico Brasil Repúblicano como no Tópico História da Religião, já que envolve ambas as abordagens. Importante é que ele mantenha a coerência temática. Um pouco de bom senso e logo se evidenciará que esse artigo não poderia ser publicado no tópico sobre Brasil Colônia ou Antiguidade Clássica.
Outro exemplo: um artigo que fale sobre Nietzche, já que é um tema familiar para muita gente. O esquema de edição poderia ser o seguinte:
HISTÓRIA DAS IDÉIAS (tópico)
Filosofia. (subtópico)
Aspectos da influência do pensamento grego em Nietzche. Uma análise do pensamento Nietazcheano em O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música. (artigo)
Por que Filosofia? Porque Nietzche foi um filósofo e sua obra está inserida no âmbito do pensamento filósofico do Ocidente. Claro, que se o artigo for dedicado a Claude Levi-Strauss ou Émile Durkheim então o foco mudará completamente, pois passar-se-á a falar da Antropologia ou da Sociologia, mas sem sair do foco principal que é a História das Idéias Humanas. O subtópico está ligado ao pensador que o resenhista estará analisando e por isso sua temática ficará ligada à área de estudo do estudioso que pode ir desde a própria História (José Honório Rodrigues, Sérgio Buarque de Holanda, etc) à Pedagogia. A História das Idéias abrange todos os ramos do conhecimento humano assim como a História do Brasil Repúblicano abrange todos os eventos desse período.
Seria bom também padronizarmos o tamanho e a cor das letras. Preferencialmente nesse formato que eu estou usando e com esse padrão de justificação e que fica fácil de todos lerem.
Tentarei postar nos próximos dias um ou dois artigos exemplificando essa forma de editoração.
Bom final de semana para todos
Edson Douglas de Oliveira. História 1º semestre.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

SOBRE A EDIÇÃO DO BLOG

Tenho acompanhado nos últimos dias as postagens do Blog e noto para meu desapontamento que as discussões estão terrivelmente dispersas, enfocando temas que não são da competência do historiador e que refletem anacronismos em torno de um debate sobre o qual a maioria dos nossos professores já comentou não ser tema pertinente aos objetivos e reflexões da proposta pedagógica e de pesquisa do curso. Se a discussão religiosa excita tanto os colegas, seria bom atenderem a sugestão da professora de Antropologia Cultural e ingressarem num dos grupos de estudo da universidade, preferencialmente um que tenha relação com as Ciências da Religião e a Teologia, ou talvez até mudarem de curso. A proposta do curso de História não contempla a Religião como o elemento em si de análise mas como um tema que até pode ser abordado historicamente mas não que seja a base exponencial da História. Deus é base exponencial sim, mas da Teologia e sob certo aspecto, da Filosofia. Um historiador pode pensar filosoficamente mas ele não é um filósofo, sua área de pesquisa pode contemplar ferramentas de análise filosóficas mas não será filosofia no sentido de uma reflexão construída segundo essa premissa. Assim, essa discussão sobre religião (que além não ter relação com o curso é tão mal colocada que nem mesmo apresenta referências bibliográficas para se sustentar) está resultando num desperdício de tempo e notável esquecimento do objetivo fundamental do curso. Essa é uma crítica construtiva e gostaria que fosse entendida desse modo.
Dessa forma, sugiro que daqui para frente o Blog seja editado estabelecendo uma divisão de assuntos de acordo com as matérias que estamos estudando nesse semestre (e na medida em que passarmos de um semestre para outro, ajustarmos nossos artigos às matérias que iremos estudar na fase seguinte), ou ainda, que o subdividamos conforme tópicos de pesquisa e façamos as postagens dentro desses tópicos. Minha sugestão seria fazermos assim: no tópico I História do Brasil Colonial. No II, História do Brasil Império; no III Brasil Repúblicano; no IV Antiguidade Clássica. No V, Idade Média e Renascimento; no VI Idade Moderna e e Contemporânea. No VII, História da Arte, da Literatura e da Música. No VIII, História das Idéias; no IX História da Religião. No X, História da cidade de S.Paulo (sim, S.Paulo também tem história). Esses tópicos poderiam ser ainda subdivididos: por exemplo, o tópico I poderia falar da história do negro no Brasil colonial, ou da história das religiões nesse período, ou ainda a história dos transportes, ou da arquitetura colonial (que nesse caso também poderia se inserir no tópico sobre a História da Arte).
Da forma como está agora, o blog é apenas uma miscelânea de assuntos costurados de forma aleatória e sem base ou rigor de pesquisa e profundidade científica. Se estamos nos propondo ser pesquisadores, professores e referenciais de ensino nessa cidade e no país, precisamos cuidar com mais seriedade desse espaço que reflete, em última análise, o que nós somos. E nesse momento, lamentavelmente, vejo que o blog ainda reflete pensamentos diletantes, esquecendo que estamos em um curso de nível superior e evidenciando que o nosso pensamento ainda não evoluiu do ensino médio (onde tudo é curiosidade) para a faculdade onde o rigor científico está em tudo, inclusive, (falo isso especialmente para os nossos amigos ateus militantes) também na Teologia.
Pensem nisso e ótimo final de semana.
Edson Douglas de Oliveira.
1º semestre.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Quando Falar...

Quando falar sobre AMOR,finja nada conhecer,para absorver cada frase que brote do coração...
Quando falar sobre a DOR,deixe abertas as janelas da alma para compreender que amor e dor são tão parecidos que até os confundimos,ao vê-los bem de pertinho.
Quando falar sobre SONHOS,acorde,para vivê-los na melhor lucidez do seu dia.
Quando falar sobre a PAZ,faça-o no rumor da guerra,para ser ouvido na mais alta voz.
Quando falar de AMIZADE,estenda a mão aos seus inimigos,para que possa provar a si mesmo aquilo que gosta de dizer aos outros.
Quando falar de FOME,faça um minuto de jejum para lembrar daqueles que jejuam todos os dias,mesmo sem querer.
Quando falar de FRIO,abraçe alguém.
Quando falar de CALOR,estenda a mão.
Quando estender a MÃO,sustenha o braço para que perdure.
Quando falar de FELICIDADE...acredite nela!!!!
Quando falar de FÉ,cerre os olhos para encontrar a razão daquilo que CRÊ.
Quando falar de DEUS,faça-o pelo silêncio do seu testemunho.
Quando falar de SI mesmo,aprenda a calar,para entender o amor,a dar a paz,os sonhos...
Por isso quando falar de amor FALE DE CORAÇÃO.

Lídia C. Inocencio (dedico com carinho aos colegas 1ºano de História)

REFLEXÕES III

SALADA DE FRUTAS RELIGIOSA.

Vamos Nessa!


Em um âmbito religioso, o Sincretismo Religioso, assim como diversos outros aspectos 'deturpadores', cria e destrói religiões.

Por menor que seja, em qualquer religião, o Sincretismo Religioso vem à tona. Isto, pois, não existiu, existe ou virá a existir uma religião de gênese pura.

Porém foca-se a idéia, em prelúdio, de que este deve ser tido como positivo ou negativo?

Deve-se focar dois pontos de vista, o de excesso e o básico. Este último pode ser tido, por exemplo, como a junção de Xintoísmo com o Budismo, que os japoneses exercem. Em primeiro caso, foca-se a idéia de diversas religiões que em caráter bem promiscuo, como estas novas religiões baianas. Estas que são a junção de religiões baianas com o Cristianismo.

O Cristianismo é exemplo clássico e iminente de Sincretismo Religioso. Já que é formado:


1º. Na vida e ensinamentos do Messias, Jesus;

2º. Através do Antigo Testamento.


1°. Dito isso, pois, messias? Estes já houveram aos montes ao longo da História, como por exemplo: Horus (Egito), Krishna (Índia), Dionísio (Grácia), Mithra (Pérsia) e o mais recente Jesus Cristo.

2º. No Antigo Testamento, as influencias são várias, como a Arca de Noé. Esta que se assemelha e muito com a Epopéia de Gilgamesh (Para quem quiser dar uma olhadinha na história, irei postar o Link ^^).


Dar-se ao Prólogo de uma nova discussão Camaradas. Não deve-se levar apenas para o lado Cristão – Judaico, mas sim para todos os âmbitos religiosos. Então, a partir disso, vamos discutir.


(Espero que dessa vez não seja apenas, Nathalia, Erick, Eduardo e “Colega da Carteira”).


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O Link para a história da Epopéia de Gilgamesh:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Epop%C3%A9ia_de_Gilgamesh

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Erick (Íchigo)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

REFLEXÕES II

A "Morte" de Deus.

Como principal escritor de frases na lousa, em iminência, gostaria de postar uma frase de Nietzsche para eventualmente discutirmos.
Segundo Nietzsche Deus esta morrendo, e nós somos os assassinos. Logicamente que essa morte vem em caráter metafórico - caso contrário seria loucura. "A Morte de Deus" é uma frase/pensamento muito polêmica e pouco discutida, principalmente em História, mas, conhecimento de mais não faz mal.
Se alguém quiser começar a discussão, fique a vontade.
PS: NATHALIA, você não! Já conversamos sobre isso, tanto eu, quanto você, já contribuímos com o suposto "matar" Deus, e você meu caro leitor, é obvio que já matastes Deus! Ah, nem o mais fanático já escapou – Isso também vale para o Samuel!

Camaradas, vamos discutir!

Erick (Íchigo)

REFLEXÕES I

Gente, vocês lembram que a Profª Mônica citou um comercial sobre a cronologia da Terra? Pois é, encontrei na minha apostila de CFC o seguinte texto:
" A Terra tem 4 bilhões e 600 milhões de anos.
Faça de conta que a Terra é uma pessoa com 46 anos de idade. Fazendo a conversão das escalas de tempo, teremos o seguinte quadro comparativo:
  • Até os 7 anos de idade, nada se sabe da vida desta pessoa 'Terra';
  • Até os 42 anos de idade, sabe-se muito pouco;
  • Os dinossauros e os grandes répteis só apareceram quando a Terra já tinha 45 anos completos;
  • Os mamíferos entraram em cena nos últimos 8 meses;
  • Exatamente na metade da ultima semana, alguns macacos parecidos com o homem evoluíram para a situação de um homem parecido com macacos;
  • Três dias antes de completar 46 anos, a Terra sofreu a ultima era glacial em todo o planeta;
  • O homem surgiu moderno surgiu nas ultimas 4 horas;
  • Há apenas 1 hora o homem descobriu a agricultura e se fixou à terra como sedentário;
  • A Revolução Industrial ocorreu no ultimo minuto;
  • Nos 60 segundos seguintes, o homem conseguiu transformar um paraíso num lixo, multiplicou-se como uma praga em todas as regiões, causando a extinção de mais de 500 espécies de animais e devastou o planeta à procura de combustíveis fósseis e riquezas minerais. Não medindo as consequências, como uma criança que só enxerga a si própria, já inviabilizou muitas formas de vida. Agora está afetando todo o conjunto, prejudicando a si próprio.
  • Há apenas alguns poucos segundos , parte da humanidade começou a perceber que o problema mais s´rio a ser resolvido é restabelecer a harmonia com a Natureza."

Não sei se foi exatamente assim o comecial que ela viu, até porque eu não vi, mas acredito que a idéia é essa...Abraços a todos e bom carnaval!!!! Suelen

A Pedidos.....

Classificados - 20/02/09

Pousada Pindorama - Muita Diversão, Vista p. Mar, Floresta p. Exploração. Profissionais em tatuagens indolores a base de urucum e belas acompanhantes. Tratar com Pedro A. Cabral e seus sócios, Duarte Pereira, Américo Vespício e Vicente Pizón.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Duvida

Alguem sabe informar sobre que parte da materia é o trabalho de antropologia ?

Dú...

domingo, 15 de fevereiro de 2009

A historia das coisas

Pra começar, assistam este vídeo que conta um pouco como as coisas são e porque é importante conhecer as causas do mundo atual..